Grito Rock 2011


O Festival Grito Rock é o maior evento integrado do mundo, realizado pelo Circuito Fora do Eixo (CFE – rede de trabalhos concebida por produtores culturais, artistas e jornalistas das cinco regiões do país, presente em 72 cidades) em todo o Brasil e também outros países das américas do sul e central, concomitantemente, no período do carnaval.
O evento está na sua quinta edição e em 2011 ocorrerá entre os dias 25 de fevereiro e 28 de março. No ano passado ocorreu em 86 cidades, incluindo cidades internacionais, e movimentou mil bandas. A proposta, em 2011, é fortalecer ainda mais a cadeia produtiva da música independente, estimulando a circulação dos agentes produtivos atuantes no setor.

Você pode se inscrever no Grito Rock Capanema clik na imagem!!

Cancelamento

Recebemos hoje pela manhã a notícia do cancelamento da Festa Virada Rock que aconteceria dia 30 Quinta-feira, na cidade de Peixe-Boi/PA, segundo Flávio Rodrigues, seu irmão Leon (baterista da banda Octoplugs) Havia sofrido um acidente de carro e por esse motivo eles não teriam condições de realizar a festa.
Pedimos desculpas a todos!
No próximo dia 30 de Dezembro as bandas Destruidores de Tóquio, Octoplugs e Fuga de Emergência estarão promovendo a festa Virada Rock no Município de Peixe-Boi. vai ser uma grande festa e você não pode Perder!!!
 




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O Brega Come Crú



No último dia 11/12/2010 estreou em Capanema na festa de aniversário do amigo Otávio Moreira o projeto “O Brega Come Cru”, idealizado por Nazo Glins, que conta ainda com Bruno Aleixo tocando baixo, Alex Lima no teclado e Messias Lima na bateria.  Inicialmente seria um projeto paralelo de Nazo Glins, mas acabou ganhando a adesão dos outros integrantes da banda, no repertório só cover’s de clássicos da boa música cafona brasileira dos anos 60 e 70. Essas lindas canções sempre ficaram a margem da nossa música popular, rotuladas de música de “mau gosto”, agora são redescobertas pelo público (inclusive por jovens) e vem ganhando seu devido espaço na história de nossa música. O projeto “O Brega Come Cru” segue ensaiando e prepara o show oficial de lançamento.



Vídeo


A Celebração da Autodestruição


Capa


Contra Capa

Gravado em 2006, na antiga casa onde ensaiávamos que fica nos altos de uma lojinha de roupas baratas no centro comercial de Capanema, próximo a zona de meretrício da cidade. Foi gravado praticamente ao vivo, com algumas guitarras e vocais acrescentados depois, disco inspirado em “Stooges” e “Velvelt Undergroud”, gravado sem nenhum requinte, de forma básica e descompromissada, disco difícil pra ser parido, pois em Capanema não contava com nenhum estúdio que gravasse bateria, baixo e guitarra ao mesmo tempo, na verdade os estúdios eram cubículos que só gravavam teclado e baterias programadas. Tivemos que improvisar um estúdio onde ensaiávamos, o problema é que sempre recebíamos amigos que queriam dá uma sacada nas gravações e as seções sempre acabava em bebedeira.


E lá se vão 8 anos

E lá se vão oito anos, no próximo dia 25 deste mês os Destruidores de Tóquio voltam aos palcos capanemenses depois de sete meses, para comemorar o aniversário da banda. Lembro de quando eles começaram e o público deles se resumia a mim, quatro lésbicas amigas minhas, e uma meia dúzia de perdedores que se amontoavam na frente dos palcos improvisados onde os “ddt’s” se apresentavam pedindo: “toquem Nirvana”, como Nazo Glins guitarrista e vocalista dos ddt’s já disse, Capanema parou nos anos 90. Cheguei a fazer uma performance em um desses “shows”, mas agora os tempos são outros, os garotos já viajaram tocando pelo Brasil, conquistaram um certo respeito na cena paraense, estão mais velhos, mais experientes, com um bom disco na praça e com um integrante a mais. 


 Os Destruidores prepararam um repertório para a festa, com músicas que eles não tocam há anos, como a vaca foi pro brejo, Johnny Lixo e Cosme e Damião, como será vê-los tocar agora depois de tanto tempo  a vaca foi pro brejo, eu fico imaginando.
 Outra curiosidade é que os destruidores não tem amizade com nenhum outro músico ou banda de Capanema, e assim os convidados da festa são o Octoplugs, banda de Peixe-Boi quase irmã dos Destruidores e o Fuga de Emergência de Nova Timboteua que também vem trabalhando em parceria com a ddt já a algum tempo.
 Não vai rolar bilheteria e a festa vai ser fechada, somente para convidados da banda, esse aniversário promete.

YARITHSA SMIRNOFF

Conheça nossos parceiros:


Octoplugs


 Amigos da pequena Cidade de Peixe-Boi, no Estado do Pará, em rota de colisão com o Pop Rock Paraense, desde 2004 brincando de fazer música e tocando nos botecos do nordeste paraense. Da antiga formação restou um EP (Abissal) com quatro músicas: Superficiais, Se você quiser, Todas as Chances que eu tive pra errar e Abissal.
       Com essa primeira formação tivemos a oportunidade de tocar três vezes na capital, duas no ensaio aberto e um nas eliminatórias da Serasgum.

Octoplugs ao vivo no rock no balde 2, em Peixe-Boi.

 

Após a saída do nosso amigo vocalista, Albenízio Ruy , recrutamos uma voz feminina para assumir os microfones, Bárbara Lobato , agora estamos em fase de produção do novo EP, novas músicas, velhos hábitos e entusiasmo renovado. Influênciados pelo Rock "Oitentista" e extremos como The Clash, U2, Blondie...mas pra resumir grandes músicas e grandes bandas.

OCTOPLUGS é:
BÁRBARA LOBATO - Voz
FLÁVIO RODRIGUES - Guitarra
JOSÉ LEON - Bateria
MICHEL EDER - Baixo

Fuga de Emergência


Banda da pequena cidade de Nova Timboteua, interior do Estado do Pará, o Fuga de Emergência já está trilhando seu caminho, fazendo um hardcore bem coeso e direto, sem frescura. 


A banda fuga de emergência de nova timboteua, ao vivo no rock no balde 2.




Codex


"CODEX" BANDA DE ROCK ALTERNATIVA COM INFLUENCIAS DO HARDCORE, PANK, ROCK´IN`HOLL, METAL, PROGRESSIVO... NA ESTRADA A 5 ANOS, A DISTRAÇÃO ENTRE AMIGOS SE TORNOU COISA SERIA, COM A GRAVAÇAO DE UM CD DEMO, ESPERAMOS AGRADAR!

Vídeo da música Entardecer

Um sorriso vale mais que tudo!!

Zoe Fest- show em prol da Campanha Zoe Feliz

Turbo, Johnny Rockstar, Dharma Burns, Tio Nelson e Kisen além da banda Stigma, que voltará para fazer seu último show, compõem o time de músicos que se uniram para fazer neste próximo domingo, dia 21 de Novembro, o Zoe Fest, show em prol da campanha da menina Zoe,

que nasceu com uma má formação no quadril esquerdo e, por isso, precisará passar por uma complexa cirurgia que incluirá o reposicionamento da perna esquerda no lugar correto e a reconstrução da cabeça do fêmur. O preço deste complexo procedimento é 18 mil reais e, pela urgência da cirurgia e alto valor da mesma, surgiu o "Zoe fest" como uma maneira de arrecadar fundos para conseguir a quantia mencionada.
"Zoe Fest" acontecerá neste domingo, dia 21 de novembro, a partir das 16h no Studio Pub, que fica na Rua Presidente Pernambuco, entre Arciprestes e Gentil. Os ingressos serão vendidos no local ao custo de R$10.
Não deixe de participar deste grande encontro em favor da pequena Zoe.


SERVIÇO:
ZOE FEST, com as bandas Stigma, Dharma Burns, Turbo, Johny Rockstar, Tio Nelson e Kisen

DIA: 21 de Novembro
LOCAL: Studio Pub
HORA: 16h
INGRESSO: R$ 10
Milagres existem, e eles acontecem perto de cada um de nós. Após uma gravidez de alto risco, que por pouco não foi interrompida por um rompimento antecipado na bolsa, Zoe nasceu prematura, com 33 semanas, pesando apenas 1,460kg e medindo 37cm. Com poucos dias de vida, os médicos diagnosticaram uma má formação no quadril esquerdo de Zoe, o qual fez o mesmo deslocar-se severamente, impedindo a formação correta da cabeça de seu fêmur. Zoe anda (com certa dificuldade), canta, corre, no entanto, para que ela continue sendo uma criança feliz e encantadora, precisa passar por uma cirurgia complexa e cara (R$ 18,000,00) através da qual terá seu quadril reconstruído para, a partir daí, continuar suas travessuras como qualquer outra criança.

Ajude! Aos gestos do coração, uma recompensa de Deus. Qualquer quantia será bem vinda e eternamente agradecida com um sorriso sincero e alegre desta garotinha que tem todo o direito de continuar sendo feliz.
DADOS PARA DOAÇÕES:

Nome da mãe: Izabela de Almeida Alves

Conta poupança: 27.485-2

Agência:3074-0 (Banco do Brasil)

Destruidores no Rio de Janeiro

Dia 22 de Outubro nos apresentamos na Áudio Rebel, uma Bela casa de Shows no coração do Botafogo, Após muito passeio pelo Rio fomos muito bem recebidos, agradecemos a todo o público que não deixou a banda esfriar no palco, ao Pedro (proprietário da Áudio Rebel) pela receptividade e a simpatia do Rio de Janeiro que nos acolheu.

Este é o primeiro vídeo do EP Preto Velho, com a música "Ponto de Despedida", uma prévia do que será o disco!

Vídeo da música Enquanto Eu Morria, gravado ao vivo na Audio Rebel no Rio de Janeiro, dia 22 de Outubro de 2010.


Rock e Macumba celebrando a Música




Trabalhei pro censo demográfico do IBGE no ano 2000. A missão: ir de casa em casa, de uma quadra inteira do bairro da Pedreira, e fazer perguntas do tipo: você é analfabeto? Visitei todo tipo de gente: doutores, analfabetos, velhinhas solitárias, velhos loucos, moças bonitas e gente que nunca estava. Algumas residências quase atravessavam de uma rua à outra, revelando ambientes luxuosos e insuspeitados, enquanto outras caiam aos pedaços, escondendo ora uma dona de casa sem graça, ora um traficante, baleado, me diziam. Ao final de um mês e meio, tinha meus sei-lá-quantos questionários preenchidos: umas mil pessoas ocupavam aquele amontoado.
A Pedreira, bairro onde eu cresci, deve ter umas 50 quadras, imagino. Umas cinqüenta mil pessoas. 

Sexta-feira fui pra Quatipuru, onde os Destruidores de Tóquio estavam organizando mais um Invasão Caipira, agora em um terreiro de Umbanda. Quatipuru tem treze mil habitantes. 
Fomos num microônibus, que o Alex, baixista da banda, arrumou. Pelo MSN, eu, querendo me orientar, pergunto pra ele: “quem é o cara da van, filho?” Alex: “É a minha tia”. Ta bom, então.
Na viagem, os velhos de guerra: João Sincera, Kamilla, Jack, Camilo, Marcelo (da Rádio Tabajara) e Raul (o jornalista oficial) e sua namorada, não sei se oficial. Uma adedonha indie se inicia: ganha quem conseguir dizer mais nomes de bandas que comecem com T, Z, L, etc. Eu perco muito e fico mais na cerveja.
Depois de umas três horas de bandas, chegamos à casa, que tem um anexo nos fundos, onde a festa/ritual vai acontecer. Somos recebidos pelo Jairo e pela Dona Ana.

De uma janelinha do terreiro, enquanto confabulo um jeito de conseguir mais cerveja, vejo tudo começar: Dona Ana, a mãe-de-santo, inicia cantando um dos pontos (de macumba, como dizem, quase numa gíria, embora seja um ritual de Umbanda), acompanhada de, vamos dizer assim, dois backing vocals, um trio de mulheres, também cantoras, e percussionistas. Todos de branco. Uma melodia simples e bonita, daquelas que alguns compositores perseguem.
Junto com eles, no “palco”, estão os Destruidores de Tóquio, esperando. Quando ela pára de cantar, a banda de Capanema toca a mesma canção, agora com guitarras, baixo e bateria, acompanhados também dos percussionistas. O Impacto é grande, pela destreza com que fazem a transição entre a primeira versão, apenas com tambores e vozes, e a versão elétrica. Quando terminam, Dona Ana assume novamente o “vocal” e entoa mais um ponto, que é seguido por nova versão elétrica. Num golpe de mestre, agora emendam o ponto elétrico com a introdução de “10 anos” e seu verso: “eu quis ser assim, feito despacho numa encruzilhada”.
O solo de guitarra que faz essa passagem também faz parecer que é a primeira vez que eu ouço a música, que eu já ouvi 11mil vezes. 
 







O terreiro, transformado numa casa de rock, é uma pequena construção em barro e cimento. E, mesmo pra um olhar não-bestificável, era insólito ver a iluminação, típica de shows, refletindo em estrelas prateadas fixadas na parede, dando um ar psicodélico que saia de dentro daquela casinha de joão-de-barro, direto pra visão de quem tinha decidido assistir a tudo lá de fora.
O evento segue o mesmo esquema ao longo do show, até a versão de um ponto que inicia dizendo: “Arreia, caboco, arreia”. Belo arranjo. E o título me lembrou “Run, Devil, Run”, do velho Macca. É difícil ser simples numa cidade de um milhão e meio de habitantes. É mais fácil se tornar um simples alienado.  




O show acaba e Alex anuncia: “Agora gostaríamos de chamar os caboclos do Octoplugs”. E eles vêm com nova formação: Bárbara é a vocalista de voz bonita, que agradece ao(s) público/congregantes pelos aplausos, enquanto a guitarra de Flávio a acompanha com gentileza e fúria.  “Agora vamos tocar um blues inspirado num carimbo”, diz ele.  Ta tudo em casa, pai.





 Eu e Jack entramos pra fazer uma jam stereoscópica, com Messias, João e Alex se revezando na bateria. No meio da jam, Camilo entra e a gente toca “Eu sou feio, mas ela gosta de mim” e “A lira”.  O lugar é quente, muito quente, e as velas, fumaças de incensos e outras se misturam pelo chão com os pedais de efeitos e cabos de instrumentos. Não há sequer um aniversariante no dia, então Jack dedica “Eu envelheço” a todos os “desaniversariantes”. O público, metade de amigos, é gentil com a gente, e a gente é gentil com o público. Tocamos Cherole, a pedido de Raul. Ele ri, enquanto filma tudo.  


Ao final todos entram no terreiro, se abraçam, cantam, tocam tambor, e vemos Dona Ana incorporar o Baiano, a Dona Nega, caboclos que sempre estão por ali. João da Mata, caboclo dono do terreiro, não aparece. “Ele não tem aparecido muito”, me conta Nazo.
Ao longo da festa, lembro de ouvir João, o Sincera, retrucar alguém que dizia que um evento como esse teria rendido aos Destruidores de Tóquio a aprovação na seletiva da Serasgum: “essa banda não precisa de festival, essa banda não precisa de nada”. Não é bem assim, eu sei, mas entendi. É Isso aí, menino João.









INVASÃO CAIPIRA ESPECIAL MACUMBA

O projeto invasão caipira é uma iniciativa nossa (Destruidores de Tóquio), já que somos uma banda do interior do estado tentado se firmar na capital, conhecemos toda a problemática e desigualdade da cena do interior em relação à capital, muitas bandas que atuam em pequenos municípios acabam se desarticulando ou mudando para Belém em busca de novas perspectivas. E sempre quem sai perdendo é os públicos destes municípios que já são isolados geograficamente, e pra piorar perdem os poucos artistas locais em consequência da falta de uma cena consolidada. É aí que entra o nosso projeto, levamos para os interiores grandes artistas de Belém para tocar com artistas locais, promovendo assim a iteratividade entre capital e interior, e divulgando e garantindo espaço para bandas e artistas interioranos que não tinham como distribuir sua produção.
O projeto começou em fevereiro deste ano passando por Capanema, Peixe-Boi e Pirabas, a idéia é promover a cada dois meses uma “invasão”, o projeto já contou com bandas de Bragança, Capanema, Peixe-Boi, Primavera, Nova Timboteua além de nomes da capital como StereoScope, Sincera, tTrbo, Ana Clara Matos... E grupos folclóricos como os Canarinhos de Pirabas e Os Timbiras. Tudo transmitido ao vivo pela webrádio Independentes do Brasil.

O Invasão Caipira especial Macumba, segue a mesma linha dos outros, só que vamos realizar um evento praticamente inédito no Brasil, será um festival de música pop dentro de um terreiro de macumba em Quatipurú, com a participação dos filhos de santo e músicos do terreiro do caboclo João da mata cantando suas doutrinas, e quem sabe até a participação das entidades e exus, também vão se apresentar nessa edição Jack Nilson e Ricardo Maradei da banda StereoScope de Belém, a banda Octoplugs de Peixe-Boi e nós Destruidores de Tóquio de Capanema.
Mas esse invasão macumba promete.

O INTERIOR FERVE!!!!

O improvável aconteceu, a cena pop independente do interior do Pará ganha corpo e ameaça desbancar a capital, sim, pergunte a bandas como Fuga de Emergência e Octoplugs, quais as melhores apresentações de suas carreiras, que provavelmente você vai ouvir que foi em algum festival desconhecido em algum vilarejo mais desconhecido ainda que provavelmente você não vai encontrar no mapa.


E enquanto a capital produz um ou dois festivais anuais o interior pode produzir num espaço de um mês três diversificados festivais, nos cantos mais remotos e esquecidos do nosso Estado
Tudo com o mínimo de apoio do poder público e privado, com o público cada vez mais interessado e produções esmeradas e o melhor com a parceria crescente das bandas da Capital que acabam comprando a idéia, abrilhantando e dando força a cena roqueira do interior.
Só no mês de julho, o interior apresentou três grandes eventos, genuinamente independente: o segundo “Fuga Rock”.
Pequeno festival de nova timboteua que ameaça virar festivalzão, a banda Fuga de Emergência reuniu no último 17 de Julho as bandas Octoplugs, Destruidores de Tóquio, Peste Negra,....,a lendária banda “Resistência Suburbana” de Belém com 26 anos de estrada, além da própria Fuga de Emergência
O evento foi um prato cheio pra quem curte pancada sonora, meu ouvido ficou zumbindo por quatro dias, totalmente foda!!

Depois no último dia 22 de julho, veio o segundo “Diálogos Musicais” um projeto idealizado por Jairo Fernandez, em Capanema que desta vez veio com a proposta Rock Macumba,   
 
     
                                          
Reunindo Destruidores de Tóquio  e o Terreiro do Caboclo “João da Mata” de Quatipurú, o evento aconteceu ao ar livre em clima de luau no quintal da produtora Walmeire Melo, que fica na comunidade da caixa d’água a alguns quilômetros de Capanema.
                       
o evento ainda contou com a participação de Paulete candomblé e Flávio Rodriguez, ambos de Peixe-Boi.
E para fechar com chave de ouro este produtivo mês, foi a vez do “Rock no Balde 2”, o evento movimentou a pequena Peixe-Boi.
 Com shows encaralhados de: Fuga de Emergência de Nova Timboteua, que levou o jovem público ao desbunde total.
   A estréia de Bárbara com o Octoplugs pela primeira vez em sua Cidade natal. um dos shows mais aguardados da noite. 
  
.  Destruidores de Tóquio, evocando caboclos em ritmo de macumba turbinada no final de sua apresentação.         
    
O evento ainda contou com Dharma Burns e suas lindíssimas cações pop, um show que contagiou o público presente com os belos arranjos, melodias. 
 
. E a fulminante apresentação do Sincera com Camillo na guitarra e João na bateria, com um final apoteótico, enlouquecendo o centro comunitário com as performances de camillo o público não queria mais deixar o Sincera descer do palco.   
 O Evento contou ainda com as participações luxuosas de Pro.eFX e Raul Bentes do Independentes do Brasil na discotecagem.
 O Públoco como sempre deu um show a parte! 
 

Ouça o Programa Loaded e-Zine