Pra começar o ano de 2012 com o pé direiro, neste sábado dia 07 de Janeiro vai rolar a primeira festa rock do ano, na cidade de Peixe-Boi, na fazendo do Srº. Naldo Morais, a festa começa a partir das 21 horas com shows dos Destruidores de Tóquio e Octoplgs estreando Bárbara Lobato assumindo o contrabaixo, depois dos shows a discotecagem fica por conta dos DJ's Bruno e Simons, tocando tudo!!!.

Embolacha e Turbo no Projeto "Eu sou Spartac"

O Turbo continua rajando corações com sua música cheias de fuzz. Depois de lançar uma fita K7 e masterizar um vinil no lendário Abbey Road, a banda se prepara para mais uma audácia: o seu novo disco, Eu Sou Spartacus, será gravado na Suécia, com produção de Chips Kiesbye. Esse carinha das terras nórdicas é o produtor de By The Grace Of God, disco que marca o auge dos também suecos Hellacopters.
O disco deve ter 10 músicas, que serão gravadas em Gotemburgo - Suécia. Isso mesmo, amiguinhos! A turma que está acostumada ao clima dos trópicos vai encarar baixas temperaturas na terra do ABBA e da Silvia Saint! Para aquecer muito rock´n roll!
O Turbo sempre conseguiu suas audácias com o carinho e dedicação dos fãs. Mas agora contamos com a sua ajuda. A sua, do seu vizinho e até do papagaio dele!
Participe e receba recompensas que são só o creme. Com a sua ajuda o rock não para!





A banda 16 Bits de Novo Repartimento (PA) está na lista do Mapa Oi Norte, a curadoria do projeto escolheu entre as bandas cadastradas no site oi novo som e selecionou 07 sete bandas entre elas estão:  Mini Box Lunar (AP), Caldo de Piaba (AC), Euterpe (RR), Metaleiras da Amazônia (PA),  Mezatrio  (AM), Triplugados (AM).
A proposta do Mapa ONS é mapear trabalhos originais que ainda não receberam a atenção que merecem.
Para votar é muito simples, basta você curtir na página do Mapa ONS Norte e curtir sua banda preferida, a banda mais votada irá participar do programa ONS no Rio de Janeiro, vamos valorizar os artistas da região norte do nosso país e votar a valer!!!

Festival de Heavy Metal da Alemanha acontecerá em São Luís


O festival de Heavy Metal da Alemanha, o Wacken Open Air, finalmente chegará às terras brasileiras. Acontecerá no mês de Abril de 2012, em um local inusitado: São Luís do Maranhão, conhecida carinhosamente pelos locais como "Ilha do Amor" e também como "Jamaica Brasileira".

Até o momento, muita especulação sobre as bandas que devem vir, entre elas o Manowar, Motorhead, Dimmu Borgir, Destruction, Antrax, entre várias outras. De acordo com fonte segura, o cast será de 30 bandas, metade gringas e o restante, grandes nomes do Brasil.

O contrato foi fechado na última sexta-feira, em uma reunião que contou com a participação de representantes da Lamparina Filmes & Eventos, e dos orgnizadores do festival no país. A manifestação oficial da produtora deste grande evento que prestigiará os headbanger do Brasil em 2012 acontecerá ainda este mês. Vale aguardar os próximos movimentos dos organizadores que devem anunciar ainda seletivas para bandas do nordeste.

Ofélia o Filme




Ofélia é o nosso 11º vídeo, e como os seus antecessores; foi totalmente produzido em casa, quer dizer Ofélia foi filmado na fazenda da família do bruno. Que fica há 08 quilômetros de Capanema. Saímos por volta das sete da manhã em uma combi de um amigo, onde levamos instrumentos, equipamento de vídeo, e um lanche é claro, nosso maior problema foi que o nosso transporte só pode nos levar até a 1ª porteira da fazenda, pois o caminho estava meio esburacado devido as chuvas. Tivemos então que carregar todo o equipamento até o local das filmagens. Um dia antes eu, Messias, Bruno e o amigo Remison havíamos visitado a fazenda para fazermos a “pré-produção”, que foi escolhermos os locais das locações e tirar cipós na mata que seriam usados na cena final.




















As filmagens se estenderam até as três da tarde, com uma pequena pausa pro lanche. A chuva atrapalhou um pouco e quase molhou todo o equipamento. Ao todo foram mais de 40 minutos de filmagens. Depois fiquei por volta de duas semanas montando o vídeo.




















O roteiro foi meu, inspirado nas cenas de possessão no bosque, de “a morte do demônio”. Contamos ainda com o auxilio dos amigos Marlon e Barbara, que nos deram uma força na produção. 



Foi tudo feito com simplicidade, e com os poucos recursos que nos temos, mas nos divertimos muito fazendo este clipe, e eu espero que vocês se divirtam também assistindo.

Nazo Glins

Assista o vídeo 


  

  Mais fotos da produção:







Peça destruidores no #Showlivreday

Vamos lá pessoal, Votem em Destruidores de Tóquio no Showlivreday  vá na página do Showlivre, curta a página e depois prencha o formulário pedindo Destruidores de Tóquio, é fácil e rápido, peça também pelo Twitter  "@destruidores no @showlivre #showlivreday.


Destruidores no Conexão Cultura

 
 
Conexão Cultura Ao Vivo

'Destruidores de Tóquio' levaram muito rock ao 'Conexão Cultura ao Vivo'


Foi nesta sexta, 14, e reprisará domingo, 16, às 12h30

14/10/2011 - 11:39
 
O programa ‘Conexão Cultura ao Vivo’ desta sexta-feira, 14, foi de muito rock. A banda de Capanema (PA), ‘Destruidores de Tóquio’ agitou o público presente no estúdio Edgar Proença. Além de cantar, os integrantes da banda também falaram sobre a trajetória deles no rock’n roll. A apresentadora Betty Dopazo agitou com a banda e também falou sobre outros assuntos referentes à agenda cultural da cidade.


Uma das pautas foi a temporada da clássica peça paraense ‘Verde Ver-o-Peso’, do grupo Experiência. O ator Paulo Fonseca (Paulão) falou sobre o principal trabalho de sucesso do grupo, que está completando 40 anos de vida. A peça poderá ser vista pelo público no teatro Margarida Schivasappa, no Centur, em sessões às 20h. Todos os detalhes do programa podem ser conferidos na galeria de fotos abaixo. Confira!



Suzana Flag 09 Anos




Eu me lembro de quando estávamos começando os Destruidores de Tóquio e Alex Leal (grande amigo nosso) apresentou o Fanzine, estávamos indo fazer um show em Taciateua (município Próximo a Capanema), fomos ouvindo o disco e batendo papo, Alex nos contou que o Fanzine estava causando o maior estardalhaço na capital, algo tipo “fãs enlouquecidos querendo ver o show da banda, músicas tocando em todas as rádios de Belém e tal, a banda havia gravado o disco todo em casa e isso nos motivou ainda mais, tínhamos gravado nosso primeiro EP caseiro em fita K7 na época, A Vaca Foi Pro Brejo, claro que o fanzine tinha sido gravado em MD que é muito melhor que a K7 que chia muito hahaha, mas em fim... só fomos ter contato com eles alguns anos depois, quando fomos tocar no Festival Memorial do Rock, promovido pela TV Cultura, foi aí que vimos o quanto a banda era popular e competente, Elder F com suas lindas linhas de contrabaixo e vocal, Joel Melo com seus rifs contagiantes, João Ricardo com toda sua pegada e precisão na bateria e Suzane Melo com sua voz doce e cativante, e o público fazendo um show a parte cantando todas as músicas da banda, foi lindo.



Depois desse contato inicial viramos amigos deles, o Joel até mixou o nosso disco demo “Música para Suicídio” no ano seguinte. Confesso que quando eu soube que Elder havia saido da banda se eu não estiver enganado no ano de 2007, fiquei bastante triste, ele é um ggrande músico.

O Suzana Flag acabou virando referência na cena independente do Pará, foi indicado a prêmios de música independente, tocou em diversos festivais Brasil a fora, participou do programa “Banda Antes” da MTV Brasil, participou do tributo a Odair José e, tudo com um disco caseiro que até hoje é considerado um dos melhores disco de música pop do Brasil. Este ano a banda lançou seu segundo e esperado disco “Souvenir” (Primeiro Oficial)  e pra comemorar seus nove anos de estrada em grande estilo fará um show especial no teatro Estação Gasômetro amanhã 13 de Outubro, mesclando em seu repertório músicas dos dois Álbuns e mais participações da cantora Lia Sophia e do cantor Clebe Martins, vai ser um grande espetáculo.
Parabéns amigos Joel, Suzane e Ricardo, todos nós da banda Destruidores de Tóquio admiramos muito o trabalho de vocês!
Alex Lima

A onda dos Festivais Independentes

            Texto: Karina Francis


Como fazer para sua banda ser vista e ouvida? Essa sem dúvida é uma das principais preocupações dos artistas independentes. A Internet facilitou essa tarefa, mesmo assim, ainda é difícil conseguir se consolidar dentro de tantas outras bandas. Para estimular a cena underground, os artistas começaram a se organizar para produzir festivais de música independente, levando em conta três importantes ações: fomentar a música independente, apresentar as bandas ao público e realizar intercâmbio entre os músicos.
É complicado saber quantos festivais de música existem atualmente no Brasil, porque muitos deles não estão vinculados a associações.  Porém, a Abrafin (Associação Brasileira de Festivais Independentes) conta atualmente com 43 afiliados, de todos os estados brasileiros. Entre eles, alguns eventos conhecidos como o Porão do Rock, o Goiânia Noise Casarão, o Jambolada e o Vaca Amarela.
São por meio desses eventos que a prática da atividade cultural da música se fortalece e consegue mostrar o panorama de bandas e produtos disponíveis nesse mercado. Além disso, mais do que música, esses eventos possuem uma programação paralela. Na maioria deles, além dos shows, há oficinas, workshops, painéis e rodas de discussões. Tudo com o mesmo intuito: pensar em métodos eficazes para melhorar essa cadeia produtiva.
Porém, realizar um evento exige tempo e dinheiro, aliás, muito dinheiro. Isso porque as estruturas de som, palco e iluminação custam caro, seja para qualquer tipo de evento. Além disso, existem os gastos com passagens, cachês, hotéis, alimentação e divulgação dos artistas. Talvez alguém se pergunte: Cachês para músicos independentes? Sim! Esse é o trabalho deles, assim como o dos músicos vinculados a gravadoras comerciais. Em média, um festival de três dias, incluindo todos os gastos descritos acima, fica em torno de 300 mil reais.
Atualmente alguns veículos de comunicação levantaram a discussão dos festivais independentes que recebem patrocínio de grandes empresas como a Petrobras. O fato de ter apoio não significa que o evento perdeu sua identidade ou se caráter de independente. Com base em diversas pesquisas acadêmicas, existe uma questão a ser explicada: há apoios e patrocínios. Quando um evento que se diz independente recebe apoio de uma empresa, e este apoio não lhe dá nenhum direito sobre o evento, isso significa que o evento permanece com sua ideologia. Apenas passa a contar com apoio financeiro, que certamente será útil. Mas, quando um evento recebe um patrocínio e este dá o direito de a empresa patrocinadora ter voz na programação, condução ou qualquer outro aspecto do evento, ai sim, o evento perde sua identidade, pois perde o controle da situação.
O fato de grandes empresas apoiarem os eventos de música independente, ainda mais quando o gênero é o rock and roll, é uma evolução. Prova que o olhar de marginalidade literalmente não existe mais, e que, hoje, o rock como música é valorizado e respeitando tanto como a MPB, por exemplo. A linha da desigualdade está se atenuando, “está” porque ainda falta um caminho a percorrer, e, sem dúvida, os festivais são no momento a estrada correta para que a música independente alcance seus objetivos.

Fonte: Rockazine

Programa Conexão Cultura

Dia 14 de Outubro estaremos nos apresentando ao vivo no Programa "Conexão Cultura" da Rádio Cultura do Pará, o programa é ao vivo de 11:00 h ao meio dia no Estúdio Edgar Proença e tem apresentação de Betty Dopazo, produção de Regina Silva e direção de Beto Fares.
Não Perca!!!
Pra você que mora fora do Estado pra assistir pelo portal TV ao vivo e pela RÀDIO ao vivo!


Love clipe do mês de Setembro



Este mês o clipe da música "Love" está no portal Olho Musical disputando clipe do mês, Love é o nosso décimo clipe, se você quiser votar é só clicar aqui e vota!!

Projeto invasão caipira chega a sua 6ª edição

Desta vez foi em Capanema, mais especificamente na caixa d’água periferia de Capanema. Comunidade que abriga grande parte das ações do ponto de cultura “fábrica de cultura popular de Capanema”, administrado pelo “grupo cultural os timbiras” e que abriga também o barracão “Canto do Curupira”, dentro das dependências da casa da walmeire Melo, presidente dos timbiras.

TecnoTrash

Após descer do palco fui assumir o meu posto na portaria, vendendo os ingressos, certa altura da noite chegou um carro de dois conhecidos meus. Que me perguntaram: qual é a da “Rocada”? Respondi no ato: não tem “Rocada” nenhuma, isso aqui é um pequeno festival itinerante, é uma festa com apresentação de algumas bandas e uma exposição do artista Lincão, mas com certeza vocês não vão ouvir somente “Rock”. Por isso este evento ta longe de ser uma pobre e nada original “Rocada”. 

E lá dentro, as bandas, o público, o clima, a música e o evento em si, denunciavam “não agüentamos mais este formato feio e inventado da Rocada”. A maratona de shows começa com o Tecnotrash, com Alex Lima substituindo Edinaldo Maciel (o tiririca) que voltou pra Goa na Índia. Já de cara o invasão caipira Capanema inicia com a bizarra mistura de tecnomelody com Rock.
 Trabalhos do Lincão
Havíamos planejado tocar de branco para projetarmos em nossas roupas projeções psicodélicas, mas na correria para organizar o festival acabou não dando tempo de preparar o projetor, mas resolvemos continuar com a idéia das roupas brancas, minutos antes de subir no palco alguém nos oferece chapéus de palhas que foram usados pelos músicos dos timbiras em uma apresentação há uns dias atrás. Os chapéus completaram o loock brejeiro.  
Doce Bárbara
Logo depois foi a vez da cantora (do município de Peixe-boi) Doce Barbara, que trouxe na banda Alex e Messias Lima, e o jovem guitarrista Marlom, uma apresentação descontraída com um pop quase perfeito, e bons momentos de distorção, Barbara, durante o show se revezou entre baixo e violão dando um dinamismo em sua performance, e olha que foi a estréia da garota em carreira solo.

Monovox
Em seguida mantendo o clima do festival quentíssimo, sobe no palco a banda Monovox, de Belém, com um show sofisticado e elegante, que convenceu e cativou o público, com a perfeição da banda, entrosada, segura e esbanjando talento e profissionalismo em canções de tirar o fôlego, destaque pra “desacelerando”, o ponto alto da apresentação da banda, no mínimo surpreendente.  
DJ. Bruno
Nos intervalos para troca de equipamento das bandas, Bruno Aleixo, ou DJ. Bruno pulverizava de vez a idéia da “Rocada”, com um repertório diversificado ao extremo, Punk, Metal, Reggae, Passado, Forró e até Melody, nessas horas, garotas bonitas corriam para frente do palco, suavam e dançavam freneticamente ao som das batidas do ritmo Paraense. Bem diferente dos marmanjos trocando socos e pontapés na famosa roda punk das “Rocadas”.
Sub-Off
Logo em seguida chega a vez da banda Capanemense Sub-off, com o seu pop de melodias intrincada  e guitarras altas, a banda mandou ver numa apresentação memorável, a evolução dos garotos do ultimo invasão pra cá, é visível. E eu adoro ver os meninos tocando “maquina do tempo”, essa canção provoca em mim sensações bacanas, na verdade eu sou super fã da banda, e sou suspeito pra falar deles. Mas acredito que ainda vão falar muito do Sub-off. 

 
Classe "B"
Quem fechou a noite foi os representantes da Caixa d’água, a banda Classe “B”. Visivelmente embriagados os garotos fizeram um showzão, pro desbunde da garotada da comunidade, que pulou, suou e vibrou durante toda a apresentação dos caras. Eles praticamente levaram à molecada a loucura, o vocalista Kleydir é uma mistura de Dinho Ouropreto endiabrado com Iggy pop. No final do show ele saiu correndo pelo gramado da casa da Wal abraçando e agradecendo a todo mundo.
No final niguém sentiu falta da banda Dharma Burns, que cancelou a apresentação no invasão caipira Capanema, na véspera do evento por e-mail. Bem que eu queria uma banda de Hardcore no lugar deles. Depois esbarrei com o Kleydir aos prantos, com a galera da banda, soube então que aquele seria o ultimo show dos meninos com Kleydir no vocal, pois ele ta voltando pra São Paulo nessa semana. 

Tudo correu bem, pra mim o evento foi perfeito, agradeço a comunidade da caixa d’água, por ter comparecido e prestigiado o evento, a mãe do Lenilso e a Avó do Natanael ambos da Classe “B”, que ficaram até o final de tudo, a galera do centro e de outros bairros que também pintaram por lá, velhos amigos que eu reencontrei no evento, a parceria com o Grupo Cultural os Timbiras, e a Wal que cedeu o barracão pro evento, e principalmente as bandas que não mediram nenhum esforço pra estarem lá, como no caso da Monovox, que veio com o Marcelo Tafarel doente e mesmo assim fizeram um puta show.

E aproveitando o gancho, em tempos de coletivos, é muito comum nos orkut’s e face books da vida, grupos discursando: “vamos divulgar o rock feito no interior”, nós fazemos “Rock” sim, e ninguém mais que a gente divulga o rock feito no nordeste do Pará pelo Brasil, coisa que já fazíamos bem antes do surgimento dos coletivos. Que fique bem claro.
Nazo Glins

Veja mais fotos do evento:


 











Projeto Invasão Caipira - Publicado no Blog Som do Norte



O projeto Invasão Caipira é uma iniciativa da banda Destruidores de Tóquio, de Capanema, para promover a música autoral produzida no Pará. A idéia é oportunizar aos artistas da cena independente fazer shows para o público do próprio Estado.
De acordo com os Destruidores, "a programação da Invasão Caipira, o primeiro festival itinerante da região nordeste do Pará, é delineada abrangendo grupos do interior, com espaço privilegiado para os músicos do município anfitrião, mas também bandas da Capital, que se ressentem do espaço restrito para a divulgação de seu trabalho mesmo em Belém. A Invasão Caipira pretende ampliar esses espaços, na busca de consolidar um público regional para o trabalho de músicos de diversos gêneros."
Em 2010, foram realizados eventos do projeto nas cidades de Peixe-Boi, Capanema, Pirabas e Quatipurú. Circularam pelo interior as bandas StereoScope, Turbo e Ana Clara Matos (Belém), Destruidores de Tóquio e Grupo Timbiras (Capanema), Paralelo XI (Primavera), Albenízio Rui e Octoplugs (Peixe-Boi), Marcio Sena (Castanhal), Canarinhos de Pirabas, Carimaré e Pirambolando (Pirabas), Fuga de Emergência (Nova Timboteua) e Codex (Bragança).
Sobre a etapa 2011, os idealizadores contam as novidades do projeto:
- Apostamos na diversidade da música autoral paraense, esse ano o projeto começou novamente pela cidade de Peixe-Boi abrindo espaço para duas bandas estreantes no circuito, Sub-Off e Classe B, ambas do município de Capanema. Para a segunda edição do ano, que será em Capanema no dia 20 de agosto, abrimos inscrições pelo site Toque no Brasil, ampliando as possibilidades para artistas de outras regiões do estado e mesmo de outros estados, que não teriam acesso ao projeto. Foi mais de 10 dias de inscrições, com 104 bandas inscritas.
As bandas selecionadas foram Dharma Burns, Monovox, Tecnotrash, Doce Bárbara, Sub-Off e Classe “B”, que irão se apresentar no dia 20, sábado, no Espaço Cultural Canto do Curupira, no bairro da Caixa d’água, periferia de Capanema. Os ingressos já estão à venda.
As próximas etapas do Invasão Caipira devem acontecer em São João de Pirabas, Salinas, Tucuruí e Bragança.



O Projeto Invasão Caipira é uma ação que pretende promover a divulgação da música autoral produzida no Pará. A idéia é exibir, em shows musicais, o trabalho de artistas da cena independente da região, que encontram no projeto um local de acolhida e uma instância para promoção e exibição para o público da própria região.
A Invasão Caipira é o primeiro festival itinerante da região nordeste do Pará. A programação é delineada abrangendo grupos do interior, com espaço privilegiado para os músicos do Município anfitrião, mas também bandas da Capital, que se ressentem do espaço restrito para a divulgação de seu trabalho mesmo em Belém. A Invasão Caipira pretende ampliar esses espaços, na busca de consolidar um público regional para o trabalho de músicos de diversos gêneros.
Em 2010 o projeto passou pelas cidades de Peixe-Boi, Capanema, Pirabas e Quatipurú, foram várias bandas e artístas circulando pelo interior do estado, StereoScope – Belém, Destruidores de Tóquio – Capanema, Paralelo XI – Primavera, Albenízio Rui – Peixe-Boi, Marcio Sena – Castanhal, Canarinhos de Pirabas – Pirabas, Carimaré – Pirabas, Pirambolando – Pirabas, Octoplugs – Peixe-boi, Turbo- Belém, Grupo Timbiras- Capanema, Fuga de Emergência – Nova timboteua, Codex- Bragança, Ana Clara Matos – Belém.
Apostamos na diversidade da música autoral paraense, esse ano o projeto começou novamente pela cidade de Peixe-Boi abrando espaço para duas bandas estreantes no circuito, são as bandas Sub-Off e Classe B, ambas do município de Capanema cidade esta que sediará a segunda edição no dia 20 de Agosto, a novidade é que a partir desta segunda edição de 2011 estamos abrindo inscrições pelo site Toque no Brasil, ampliando as possibilidades para artistas de outras regiões do estado que não teriam acesso ao projeto e também abrindo espaço a artistas de outros estados. Em Capanema optamos por realizar o projeto na periferia da cidade, no bairro da Caixa d’água onde fica Espaço Cultural Canto do Curupira.

Ouça o Programa Loaded e-Zine